10.12.08

Fino Coletivo

Hortelã

Composição: Alvinho Lancellotti e Ivor Lancellotti

Há de sentir muita saudade

Beijo bala de hortelã

Do abraço exposto na cidade

Longas horas das manhãs



Há de lembrar dos fins de tarde

Em céu laranja o adeus do sol

E o sabor do chocolate

Em noites frias luva e lã



Do tempo tido como eterno no início da paixão

Pra sempre, sempre repetido nos sussurros do amor

Do sorvete dividido nas calçadas de verão

E dos segredos prometidos no primeiro réveilon



Deixa a vida lhe trazer recordações

2 comentários:

Luiza disse...

"Do tempo tido como eterno no início da paixão
Pra sempre, sempre repetido nos sussurros do amor
Do sorvete dividido nas calçadas de verão
E dos segredos prometidos no primeiro réveilon"

Tenho sempre a utopia de querer fazer eterno tudo que veio, passou e marcou.

Nao dá certo. Ainda preciso me acostumar com a idéia de reciclagem no lugar da coleção de memórias.

Ê vida complicada aqui em Minas. Por aí tudo é mais simples?

;)

Coração Vulgar disse...

"Do tempo tido como eterno no início da paixão"

E quando isso muda, mesmo que sendo maior concreto por se tornar amor, as coisas complicam... O outro não entende, não consegue e às vezes sufoca um sentimento tão belo...

Gostie da música, nunca tinha visto, quero baixar pra escutar...

AMO VC DEMAIS, MEU ANJO!!!

 
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